
Os Simpsons vão estrear em Angola, pelo canal via satélite Bué e agência de publicidade local Executive Center lançou o desenho acima como teaser do lançamento. Muito louco, né? Vi a notícia no blog da Patrícia Kogut, na Globo.com. A descrição dela é a seguinte:
A mais americana de todas as famílias dos desenhos animados se transformou: tem caixas de som gigantescas na sala, Homer bebe um cerveja diferente e Bart e Marge ganharam novo penteado. Repare no quadro na parede, que, no desenho original de Matt Groening é de um veleiro.
Ô, dona Kogut... Não faltou nada não? Eles estão pretos, criatura! Será que ela não reparou ou não conseguiu achar uma palavra suficientemente politicamente correta pra dizer?











7 Comments:
Demais!
Podiam incluir essa imagem na abertura!
Nossa, pirei nessa camisa do Homer Black!
Gabriel, acho que vc disse na lata: ela deve ter ficado com medo de usar algum termo pejorativo.
Pelo menos a imagem não nega.
hauhuauah, a Lisa ficou da hora também com essa cabeleira!
Verdade, Aninha!
Como a imagem não nega, Tiaguinho? A imagem é 100% nega! hahahahahahaha
ah! que demais! adorei! fiquei curiosa, pq como será q vai ficar a familia tão tão americana, agora afro?
vai passar no brasil??
beijos, Luisa
"Ô, dona Kogut... Não faltou nada não? Eles estão pretos, criatura! Será que ela não reparou ou não conseguiu achar uma palavra suficientemente politicamente correta pra dizer?"
Uma frase tipicamente de negão ou negona que gosta de separar "raças" ..
porra se a jornalista citasse a cor na matéria, o comentário ia ser como se sentindo ofendido.
Ning entende essas merda de racismos e sites q dividem galera por cor ... isso td é um lixo terceiromundista
Olha, que legal... Será que o Julio virou leitor assíduo do Afro ou o blog tá causando mesmo? Fico igualmente feliz com as duas possibilidades. Pena que esses comentários que tanto enriquecem o debate que este blog propõe são tão frequentemente anônimos, né?
Bom, amigo: acho engraçado esse negócio de separar raças. Depois de 500 anos, você me fala que nós somos um só? Na biologia, concordo com você em gênero, número e grau. Pena que o ser-humano é mais do que bicho: tem história, tem memória, tem preconceito. E depois de 400 anos de escravidão, você acredita mesmo que viramos um só da noite pro dia? Quem dera fosse assim. Eu nunca mais ouviria um "mão pra cabeça, macaco!"; nunca mais seria "convidado" a subir por um elevador de serviço; nunca mais teria que cortar meu cabelo (que não é muito comprido) para ir a uma entrevista de emprego; nunca mais teria que ver meus iguais dominando os noticiários policiais. Se quiser, sigo com os exemplos por mais dez parágrafos. Se fosse possível, sugeriria que você virasse negro um dia pra conferir se somos nós que "separamos as raças".
Terceiromundista? Acho que não, quando o Europeu inventou o racismo, não existia terceiro mundo. Obrigado pelo comentário, Anônimo. Volte sempre!
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